terça-feira, 30 de setembro de 2008

Sobre as estrelas do meio dia

Ele não disse muita coisa. Moleque de fim de tarde, chegou calado, malandro. Deitou a cabeça em seu colo e adormeceu. Não sem antes fazer um arco de anjos voláteis passearem pela neblina. Era noite quando o sono retirou-se do aposento. Na varanda duas estrelas brincavam com as corujas. Ela segurou suas mãos, sorriu os olhos de mar naqueles olhos...

segunda-feira, 29 de setembro de 2008

Sobre plantas, rochas, água e inocência.

Por um motivo que eu não explico, a gente adora mato, riacho, bicho e orquídea. Adora pisar em chão de barro, parar no meio do caminho para descobrir a curva do riacho, ouvir o borbulhar da fonte, o barulho do córrego. Por algum motivo que, juro, não sei explicar, amamos andar devagar e procurar flores pequenininhas e orquídeas... borboletas,...