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Eu preciso bradar. Não pelo valor do grito, mas pelo desespero faminto de me fazer capaz de curar desses tremores que me matam.Os valores estão vencidos, você percebe? As marcas estão expostas e são profundas. Tudo está em inversão.Eu não prostituí meu verbo. Carrego a fadiga e as chagas de não ter vendido meu corpo de texto aos desejos ambíguos...